
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Semana Da Pessoa com Deficiência
SOMOS IGUAIS NA DIFERENÇA
Evento de abertura da Semana da Pessoa com Deficiência
Dia 21 de Agosto, na Usina do Gasômetro, a partir das 14 horas
Porto Alegre - RS.
Participem...
Evento de abertura da Semana da Pessoa com Deficiência
Dia 21 de Agosto, na Usina do Gasômetro, a partir das 14 horas
Porto Alegre - RS.
Participem...
Curso de Libras I
Olá amigos do Blog.
Sábado inicia a turma do curso de Libras I aqui no IPA, esperamos que todos inscritos aproveitem ao máximo.
O prof. André, que acompanharia o curso foi nomeado no concurso da UFSM, todos nós ficamos feliz por ele. Portanto, quem acompanhará os alunos no curso será a profa. Ana Luiza Caldas.
Um abraços para todos
Sábado inicia a turma do curso de Libras I aqui no IPA, esperamos que todos inscritos aproveitem ao máximo.
O prof. André, que acompanharia o curso foi nomeado no concurso da UFSM, todos nós ficamos feliz por ele. Portanto, quem acompanhará os alunos no curso será a profa. Ana Luiza Caldas.
Um abraços para todos
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
CONVERSANDO SOBRE SEXUALIDADE E DEFICIÊNCIA - UMA OVERDOSE PARA NOSSA PREPOTÊNCIA; UM TSUNAMI EM NOSSO ORGULHO
Texto escrito pela Profa. Sonia Hoffmann
Disponível em:
http://www.diversidadeemcena.net
Sexualidade é um tema nem sempre tratado com naturalidade e
espontaneidade pela grande maioria das pessoas, pois esta tarefa
implica o (re)conhecimento e a confrontação de valores, conceitos e
preconceitos tão bem guardados e até mesmo escondidos nas profundezas da
nossa intimidade. A vinda à tona de determinados sentimentos,
pensamentos e atitudes provoca, por sua vez, a saída ou o abandono de um
lugar no qual nos abrigávamos à sombra de uma comodidade alienante.
Querendo, a todo custo, evitar em nós o surgimento de constrangimentos e mal-estar
nos convencemos de que os conhecimentos já elaborados nos são
suficientes e nada mais precisa ser repensado.
Deficiência é outro tema que também nem sempre é tratado com
naturalidade e espontaneidade pela grande maioria das pessoas, pois está
constantemente revestida com nossos mitos, tabus e fantasias - frutos do
desconhecimento e do grande receio que ainda trazemos em nos percebermos
como aprendizes do convívio com a diferença. Esta dificuldade revela
nossa incapacidade em considerar que os episódios da vida acontecem e se
desenvolvem não apenas pelos modelos convencionais estipulados pelo
homem, mas também por vias alternativas. A Aceitação desta possibilidade
implica a educação e a recomposição dos nossos sentimentos, pensamentos
e atitudes e muitas vezes não estamos dispostos a tais mudanças porque
isto significa a exposição das nossas vulnerabilidades. Como ainda temos
a tendência exacerbada de pensar que não possuímos estas
vulnerabilidades, lacunas ou inadequações, preferimos nos isolar na
pseudo serenidade tecida pela negação e, de vez em quando, nos
permitimos algumas lágrimas diante da dor e da necessidade do outro para
não esquecermos de que, afinal de contas, somos seres humanos.
A conversação sobre sexualidade e deficiência é menos ainda estabelecida
de modo natural e espontâneo pela maioria da grande maioria das pessoas
porque, se isoladamente a abordagem da sexualidade e da deficiência
consiste overdoses para a nossa prepotência quanto a sermos
detentores de supostos saberes, esta associação agora
representa um verdadeiro tsunami para o nosso orgulho em
reconhecermo-nos como seres limitados, falíveis e medrosos. Assim, para
adiarmos a erupção dos nossos melindres, negligenciamos, tangenciamos ou
até mesmo omitimos a realidade da presença da sexualidade nas pessoas
com deficiência.
Mas como evitar falar em deficiência quando esta pode surgir a qualquer
momento na vida de qualquer pessoa? Mas como evitar conversar sobre a
sexualidade quando esta sexualidade, sem prevenção e desorientada, pode
causar a deficiência ou a deficientização a partir de doenças
sexualmente transmissíveis, estupros e violências?
Com frequência, vivenciamos duas espécies de discursos: um,
completamente encharcado por um narcisismo institucional ou intelectual,
banaliza tanto sexualidade quanto deficiência a uma simples frase
"todos somos iguais" e não o somos; outro, repleto de vitimização e de
indigência intelectual, reduzindo a omissão de comportamentos
interativos à frase "não estamos preparados para isto", quando nem todos
estamos e somente passamos a nos enriquecer com estes conhecimentos na
busca da (in)formação e na convivência diária com a diferença. Como nos
sentiríamos ao conviver com pessoas que tudo sabem e tudo podem, não
abrindo espaços para intercâmbios e trocas desde sociais até afetivas?
Como nos sentiríamos ao procurarmos o médico e ele nos dissesse que, em
sua formação, não recebeu conhecimento sobre o tratamento da nossa patologia e não
se mostrasse disponível à atualizações? Agora, que tal nos colocarmos
nestas situações e procurarmos entender o que acontece quando deste modo nos
comportamos em relação aos outros?
Assim procedendo, talvez tenhamos mais facilidade para o entendimento de
que falar sobre sexualidade, sobre deficiência e sobre sexualidade e
deficiência é um convite à aprendizagem da escuta do outro, da leitura
das suas necessidades nas entrelinhas do seu estar no mundo, percebendo
nuances e particularidades que o tornam individual e singular. Mais do
que isto, possamos perceber então que falar sobre sexualidade e sobre
deficiência significa falar de e em nós - frágeis seres humanos
transfigurados pelas máscaras culturais que determinam papéis, funções e
comportamentos estereotipados para todos.
Talvez, esta reflexão pareça cruel e assemelhe-se a uma incisão cirúrgica
de grandes proporções em nosso ego. No entanto, que mudanças acontecem
sem mudanças, sem remexidas, sem oxigenações? Análise, avaliação e
descarte de muitos de nossos sentimentos, pensamentos e atitudes podem
causar muita dor, mas geralmente dói mais ainda nos darmos conta de que
estamos nos tornando reféns da nossa ignorância e gerando
constrangimentos e sofrimentos para nós mesmos e para os outros
através da frieza, da omissão e da intolerância.
Hoje, expressões como acessibilidade e desenho universal estão bastante
presentes e muitas pessoas logo associam tais expressões à construção de
rampas, colocação de pisos táteis, aquisição de tecnologias assistivas e
de tantas outras facilidades para a mobilidade social das pessoas com
deficiência. No entanto, em todo este processo, a antiga e tão real
"barreira atitudinal" é quase sempre deixada de lado. É excelente termos
escolas ou espaços na área da saúde instrumentalizados ergonômica e
tecnologicamente para o recebimento de pessoas com deficiência, mas em
quantos destes locais estas mesmas pessoas deixam de participar porque
não houve o acolhimento humano indispensável para uma intercomunicação
efetiva?
A convivência e o desenvolvimento da atividade profissional implicam
reeducar-se com um olhar sensível e uma escuta disponível às próprias
dificuldades e facilidades, direcionando o hábito deste comportamento
para as demais pessoas. Então, juntos organizarmos e construirmos as
estratégias compatíveis para o atendimento das necessidades específicas
de uma determinada deficiência para que, através da corresponsabilização
e do trabalho em rede, possamos envolver nosso grupo social nas mudanças
atitudinais.
Informações sobre sexualidade e sobre deficiência estão circulantes em
livros, mídias, campanhas e tantas outras criatividades na ânsia pelo
enfrentamento ao desconhecimento, mas quantas destas informações estão
verdadeiramente disponíveis de forma adequada ao entendimento,
assimilação e compreensão pela pessoa com deficiência? Vamos a um
pequeno exercício da nossa prática. Em um determinado posto de saúde há
um local para a disponibilização de preservativos. Quais são os
mecanismos empregados pelos profissionais deste posto para a informação
efetiva de uma pessoa com deficiência visual sobre a existência deste
local? Quem ocupa-se com o esclarecimento desta pessoa sobre o modo de
usar este preservativo se na embalagem há indicações? No entanto,
estas indicações não são úteis para a pessoa com deficiência visual,
pois ela obviamente não tem acesso as mesmas. Em uma determinada escola,
o professor desenvolve com seus alunos uma atividade sobre sexualidade
e, injustificavelmente, é comum que deixe de lado o aluno com
deficiência e passe esta responsabilidade para um professor
especializado, esquecendo-se de que, na verdade, ele é o responsável pelo
processo educativo inclusive daquele aluno e de que o professor
especializado tem como uma das funções a coconstrução, junto a este
professor, de esclarecimentos e estratégias específicas e não a sua
substituição.
Os constantes alertas trazidos pelas estatísticas e pela observação da
realidade mostram-nos que "as coisas não vão bem" e, por isto e muito
mais, torna-se urgente repensar nossa prática profissional e desenvolver
o bom-senso, admitindo que a vaidade que impulsiona atitudes inadequadas
é tão prejudicial quanto a timidez que sustenta a omissão.
É preciso equipar-se mas não apenas de tecnologias, de informações nas
diversas áreas do conhecimento e de
estratégias, mas principalmente de sensibilidade para interagir com a
diferença se quisermos realmente combater o vírus do preconceito e nos
libertarmos da ignorância.
espontaneidade pela grande maioria das pessoas, pois esta tarefa
implica o (re)conhecimento e a confrontação de valores, conceitos e
preconceitos tão bem guardados e até mesmo escondidos nas profundezas da
nossa intimidade. A vinda à tona de determinados sentimentos,
pensamentos e atitudes provoca, por sua vez, a saída ou o abandono de um
lugar no qual nos abrigávamos à sombra de uma comodidade alienante.
Querendo, a todo custo, evitar em nós o surgimento de constrangimentos e mal-estar
nos convencemos de que os conhecimentos já elaborados nos são
suficientes e nada mais precisa ser repensado.
Deficiência é outro tema que também nem sempre é tratado com
naturalidade e espontaneidade pela grande maioria das pessoas, pois está
constantemente revestida com nossos mitos, tabus e fantasias - frutos do
desconhecimento e do grande receio que ainda trazemos em nos percebermos
como aprendizes do convívio com a diferença. Esta dificuldade revela
nossa incapacidade em considerar que os episódios da vida acontecem e se
desenvolvem não apenas pelos modelos convencionais estipulados pelo
homem, mas também por vias alternativas. A Aceitação desta possibilidade
implica a educação e a recomposição dos nossos sentimentos, pensamentos
e atitudes e muitas vezes não estamos dispostos a tais mudanças porque
isto significa a exposição das nossas vulnerabilidades. Como ainda temos
a tendência exacerbada de pensar que não possuímos estas
vulnerabilidades, lacunas ou inadequações, preferimos nos isolar na
pseudo serenidade tecida pela negação e, de vez em quando, nos
permitimos algumas lágrimas diante da dor e da necessidade do outro para
não esquecermos de que, afinal de contas, somos seres humanos.
A conversação sobre sexualidade e deficiência é menos ainda estabelecida
de modo natural e espontâneo pela maioria da grande maioria das pessoas
porque, se isoladamente a abordagem da sexualidade e da deficiência
consiste overdoses para a nossa prepotência quanto a sermos
detentores de supostos saberes, esta associação agora
representa um verdadeiro tsunami para o nosso orgulho em
reconhecermo-nos como seres limitados, falíveis e medrosos. Assim, para
adiarmos a erupção dos nossos melindres, negligenciamos, tangenciamos ou
até mesmo omitimos a realidade da presença da sexualidade nas pessoas
com deficiência.
Mas como evitar falar em deficiência quando esta pode surgir a qualquer
momento na vida de qualquer pessoa? Mas como evitar conversar sobre a
sexualidade quando esta sexualidade, sem prevenção e desorientada, pode
causar a deficiência ou a deficientização a partir de doenças
sexualmente transmissíveis, estupros e violências?
Com frequência, vivenciamos duas espécies de discursos: um,
completamente encharcado por um narcisismo institucional ou intelectual,
banaliza tanto sexualidade quanto deficiência a uma simples frase
"todos somos iguais" e não o somos; outro, repleto de vitimização e de
indigência intelectual, reduzindo a omissão de comportamentos
interativos à frase "não estamos preparados para isto", quando nem todos
estamos e somente passamos a nos enriquecer com estes conhecimentos na
busca da (in)formação e na convivência diária com a diferença. Como nos
sentiríamos ao conviver com pessoas que tudo sabem e tudo podem, não
abrindo espaços para intercâmbios e trocas desde sociais até afetivas?
Como nos sentiríamos ao procurarmos o médico e ele nos dissesse que, em
sua formação, não recebeu conhecimento sobre o tratamento da nossa patologia e não
se mostrasse disponível à atualizações? Agora, que tal nos colocarmos
nestas situações e procurarmos entender o que acontece quando deste modo nos
comportamos em relação aos outros?
Assim procedendo, talvez tenhamos mais facilidade para o entendimento de
que falar sobre sexualidade, sobre deficiência e sobre sexualidade e
deficiência é um convite à aprendizagem da escuta do outro, da leitura
das suas necessidades nas entrelinhas do seu estar no mundo, percebendo
nuances e particularidades que o tornam individual e singular. Mais do
que isto, possamos perceber então que falar sobre sexualidade e sobre
deficiência significa falar de e em nós - frágeis seres humanos
transfigurados pelas máscaras culturais que determinam papéis, funções e
comportamentos estereotipados para todos.
Talvez, esta reflexão pareça cruel e assemelhe-se a uma incisão cirúrgica
de grandes proporções em nosso ego. No entanto, que mudanças acontecem
sem mudanças, sem remexidas, sem oxigenações? Análise, avaliação e
descarte de muitos de nossos sentimentos, pensamentos e atitudes podem
causar muita dor, mas geralmente dói mais ainda nos darmos conta de que
estamos nos tornando reféns da nossa ignorância e gerando
constrangimentos e sofrimentos para nós mesmos e para os outros
através da frieza, da omissão e da intolerância.
Hoje, expressões como acessibilidade e desenho universal estão bastante
presentes e muitas pessoas logo associam tais expressões à construção de
rampas, colocação de pisos táteis, aquisição de tecnologias assistivas e
de tantas outras facilidades para a mobilidade social das pessoas com
deficiência. No entanto, em todo este processo, a antiga e tão real
"barreira atitudinal" é quase sempre deixada de lado. É excelente termos
escolas ou espaços na área da saúde instrumentalizados ergonômica e
tecnologicamente para o recebimento de pessoas com deficiência, mas em
quantos destes locais estas mesmas pessoas deixam de participar porque
não houve o acolhimento humano indispensável para uma intercomunicação
efetiva?
A convivência e o desenvolvimento da atividade profissional implicam
reeducar-se com um olhar sensível e uma escuta disponível às próprias
dificuldades e facilidades, direcionando o hábito deste comportamento
para as demais pessoas. Então, juntos organizarmos e construirmos as
estratégias compatíveis para o atendimento das necessidades específicas
de uma determinada deficiência para que, através da corresponsabilização
e do trabalho em rede, possamos envolver nosso grupo social nas mudanças
atitudinais.
Informações sobre sexualidade e sobre deficiência estão circulantes em
livros, mídias, campanhas e tantas outras criatividades na ânsia pelo
enfrentamento ao desconhecimento, mas quantas destas informações estão
verdadeiramente disponíveis de forma adequada ao entendimento,
assimilação e compreensão pela pessoa com deficiência? Vamos a um
pequeno exercício da nossa prática. Em um determinado posto de saúde há
um local para a disponibilização de preservativos. Quais são os
mecanismos empregados pelos profissionais deste posto para a informação
efetiva de uma pessoa com deficiência visual sobre a existência deste
local? Quem ocupa-se com o esclarecimento desta pessoa sobre o modo de
usar este preservativo se na embalagem há indicações? No entanto,
estas indicações não são úteis para a pessoa com deficiência visual,
pois ela obviamente não tem acesso as mesmas. Em uma determinada escola,
o professor desenvolve com seus alunos uma atividade sobre sexualidade
e, injustificavelmente, é comum que deixe de lado o aluno com
deficiência e passe esta responsabilidade para um professor
especializado, esquecendo-se de que, na verdade, ele é o responsável pelo
processo educativo inclusive daquele aluno e de que o professor
especializado tem como uma das funções a coconstrução, junto a este
professor, de esclarecimentos e estratégias específicas e não a sua
substituição.
Os constantes alertas trazidos pelas estatísticas e pela observação da
realidade mostram-nos que "as coisas não vão bem" e, por isto e muito
mais, torna-se urgente repensar nossa prática profissional e desenvolver
o bom-senso, admitindo que a vaidade que impulsiona atitudes inadequadas
é tão prejudicial quanto a timidez que sustenta a omissão.
É preciso equipar-se mas não apenas de tecnologias, de informações nas
diversas áreas do conhecimento e de
estratégias, mas principalmente de sensibilidade para interagir com a
diferença se quisermos realmente combater o vírus do preconceito e nos
libertarmos da ignorância.
Disponível em:
http://www.diversidadeemcena.net
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Curso de Libras I e II - Extensão

Olá pessoal do blog.
Pois bem, estamos retornando das férias de julho com todo o pique. Lembramos que ainda estão abertas as inscrições para os cursos de Libras I e II, o início das aulas foi adiado para terceira semana de agosto.
Aguardamos vocês nos cursos.
Inscrições
Abraços
Equipe da Sala de Recursos
segunda-feira, 12 de julho de 2010
curso com a Reabilitadora Auditiva e de Linguagem Marcela Barros/Argentina!
curso com a Reabilitadora Auditiva e de Linguagem Marcela Barros/Argentina!
Lembramos que até o dia 15/07 as inscrições estão com um desconto ótimo, aproveitem:
Profissionais: R$ 100,00
Estudantes de graduação: R$ 50,00
Depois desta data os valores são diferentes e podem ser conferidos no folder anexo.
As inscrições devem ser feitas pelo site da Fundação Médica, pelo endereço: www.fundacaomedicars.org.br.
Estamos a disposição para maiores informações no endereço:
Esperamos vocês lá!
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Curso de Extensão - Transtornos Globais do Desenvolvimento

A equipe da Sala de Recursos divulga que estão abertas as inscrições para o Curso de Extensão sobre Transtornos Globais do Desenvolvimento, elaborado e ministrado por profissionais da equipe da Sala de Recursos - profa. Marlene Danesi, a Terapeuta Ocupacional Claudia Scolari e a Fonoaudióloga Katia Irribaren. Além das colegas da Sala de Recursos, a profa Viviane de Leon também fará parte da equipe de docentes do curso.
Aproveitem. Cliquem na imagem para mais informações sobre o curso
quarta-feira, 30 de junho de 2010
cursos de Libras I e II - 2º semestre

Curso Básico de LIBRAS I - Aulas nas Terças
Objetivo: Proporcionar conhecimentos práticos e teóricos que visam aproximar os alunos do curso de Libras, superação assim, as dificuldades no processo de interação linguistica e cultural entre pessoas surdas e ouvintes. Além disto, o curso se propões a : instrumentalizar os alunos com técnicas básicas de comunicação em Libras; divulgar o entendimento da Libras como manisfestação da cultura surda; possibilitar a integração entre pessoas surdas e ouvintes; proporcionar o conhecimento de aspectos específicos das línguas de modalidade visual-espacial.
Ministrantes: Prof.Ms. Andre Reichert
Carga Horária: 40 horas
Vagas: 30 (A atividade será realizada caso o número mínimo de vagas seja preenchido - 20 vagas)
Período : Início - 03.08 à 30.11.2010 ( Aula nas terças - 1 encontro semanal )Horário: 17h às 19hLocal: Prédio A - Sala A116 - Unidade IPA Valor da Taxa de Inscrição: R$ 20,00
Valor do Curso: R$ 142,00 (Este valor poderá ser pago em até 03 x no cartão de crédito ou 01 + 02 no cheque pré-datado no Setor Financeiro após a confirmação da atividade)
Inscrições abertas de 28.06 à 30.07.10
Curso Básico de LIBRAS I - Aulas aos Sábados
Objetivo: Proporcionar conhecimentos práticos e teóricos que visam aproximar os alunos do curso de Libras, superação assim, as dificuldades no processo de interação linguistica e cultural entre pessoas surdas e ouvintes. Além disto, o curso se propões a : instrumentalizar os alunos com técnicas básicas de comunicação em Libras; divulgar o entendimento da Libras como manisfestação da cultura surda; possibilitar a integração entre pessoas surdas e ouvintes; proporcionar o conhecimento de aspectos específicos das línguas de modalidade visual-espacial.
Ministrantes: Prof.Ms. Andre Reichert
Carga Horária: 40 horas
Vagas: 30 (A atividade será realizada caso o número mínimo de vagas seja preenchido - 20 vagas)
Período : Início - 07.08 à 27.11.2010 (Aulas aos sábados - 1 encontro semanal )Horário: 9h às 12hLocal: Prédio A - Sala A116 - Unidade IPA Valor da Taxa de Inscrição: R$ 20,00
Valor do Curso: R$ 142,00 (Este valor poderá ser pago em até 03 x no cartão de crédito ou 01 + 02 no cheque pré-datado no Setor Financeiro após a confirmação da atividade)
Inscrições abertas de 28.06 à 05.08.10
Curso Básico de LIBRAS II - Aulas nas quintas
Objetivo: Proporcionar conhecimentos práticos e teóricos que visam aproximar os alunos do curso de Libras, superação assim, as dificuldades no processo de interação linguistica e cultural entre pessoas surdas e ouvintes. Além disto, o curso se propões a : instrumentalizar os alunos com técnicas básicas de comunicação em Libras; divulgar o entendimento da Libras como manisfestação da cultura surda; possibilitar a integração entre pessoas surdas e ouvintes; proporcionar o conhecimento de aspectos específicos das línguas de modalidade visual-espacial.
Ministrantes: Prof.Ms. Andre Reichert
Carga Horária: 40 horas
Vagas: 30 (A atividade será realizada caso o número mínimo de vagas seja preenchido - 20 vagas)
Período : Início - 05.08 à 02.12.2010 ( Aulas nas quintas - 1 encontro semanal )Horário: 17h às 19hLocal: Prédio A - Sala A116 - Unidade IPA Valor da Taxa de Inscrição: R$ 20,00
Valor do Curso: R$ 142,00 (Este valor poderá ser pago em até 03 x no cartão de crédito ou 01 + 02 no cheque pré-datado no Setor Financeiro após a confirmação da atividade)
Inscrições abertas de 28.06 à 05.08
Inscrições: http://www.metodistadosul.edu.br/extensao/lista_cursos.php?pagina=1
Objetivo: Proporcionar conhecimentos práticos e teóricos que visam aproximar os alunos do curso de Libras, superação assim, as dificuldades no processo de interação linguistica e cultural entre pessoas surdas e ouvintes. Além disto, o curso se propões a : instrumentalizar os alunos com técnicas básicas de comunicação em Libras; divulgar o entendimento da Libras como manisfestação da cultura surda; possibilitar a integração entre pessoas surdas e ouvintes; proporcionar o conhecimento de aspectos específicos das línguas de modalidade visual-espacial.
Ministrantes: Prof.Ms. Andre Reichert
Carga Horária: 40 horas
Vagas: 30 (A atividade será realizada caso o número mínimo de vagas seja preenchido - 20 vagas)
Período : Início - 03.08 à 30.11.2010 ( Aula nas terças - 1 encontro semanal )Horário: 17h às 19hLocal: Prédio A - Sala A116 - Unidade IPA Valor da Taxa de Inscrição: R$ 20,00
Valor do Curso: R$ 142,00 (Este valor poderá ser pago em até 03 x no cartão de crédito ou 01 + 02 no cheque pré-datado no Setor Financeiro após a confirmação da atividade)
Inscrições abertas de 28.06 à 30.07.10
Curso Básico de LIBRAS I - Aulas aos Sábados
Objetivo: Proporcionar conhecimentos práticos e teóricos que visam aproximar os alunos do curso de Libras, superação assim, as dificuldades no processo de interação linguistica e cultural entre pessoas surdas e ouvintes. Além disto, o curso se propões a : instrumentalizar os alunos com técnicas básicas de comunicação em Libras; divulgar o entendimento da Libras como manisfestação da cultura surda; possibilitar a integração entre pessoas surdas e ouvintes; proporcionar o conhecimento de aspectos específicos das línguas de modalidade visual-espacial.
Ministrantes: Prof.Ms. Andre Reichert
Carga Horária: 40 horas
Vagas: 30 (A atividade será realizada caso o número mínimo de vagas seja preenchido - 20 vagas)
Período : Início - 07.08 à 27.11.2010 (Aulas aos sábados - 1 encontro semanal )Horário: 9h às 12hLocal: Prédio A - Sala A116 - Unidade IPA Valor da Taxa de Inscrição: R$ 20,00
Valor do Curso: R$ 142,00 (Este valor poderá ser pago em até 03 x no cartão de crédito ou 01 + 02 no cheque pré-datado no Setor Financeiro após a confirmação da atividade)
Inscrições abertas de 28.06 à 05.08.10
Curso Básico de LIBRAS II - Aulas nas quintas
Objetivo: Proporcionar conhecimentos práticos e teóricos que visam aproximar os alunos do curso de Libras, superação assim, as dificuldades no processo de interação linguistica e cultural entre pessoas surdas e ouvintes. Além disto, o curso se propões a : instrumentalizar os alunos com técnicas básicas de comunicação em Libras; divulgar o entendimento da Libras como manisfestação da cultura surda; possibilitar a integração entre pessoas surdas e ouvintes; proporcionar o conhecimento de aspectos específicos das línguas de modalidade visual-espacial.
Ministrantes: Prof.Ms. Andre Reichert
Carga Horária: 40 horas
Vagas: 30 (A atividade será realizada caso o número mínimo de vagas seja preenchido - 20 vagas)
Período : Início - 05.08 à 02.12.2010 ( Aulas nas quintas - 1 encontro semanal )Horário: 17h às 19hLocal: Prédio A - Sala A116 - Unidade IPA Valor da Taxa de Inscrição: R$ 20,00
Valor do Curso: R$ 142,00 (Este valor poderá ser pago em até 03 x no cartão de crédito ou 01 + 02 no cheque pré-datado no Setor Financeiro após a confirmação da atividade)
Inscrições abertas de 28.06 à 05.08
Inscrições: http://www.metodistadosul.edu.br/extensao/lista_cursos.php?pagina=1
terça-feira, 29 de junho de 2010
a intérprete impecável
Para quem pensa que não é preciso estudar para ser intérprete.
Para quem pensa que intérprete de homem tem que ser homem, e de mulher precisa ser mulher (surdos têm este mito).
Para quem pensa que não é preciso cuidar da apresentação pessoal.
Etc...
------------------------------------------------------------------------
A internet está cheia de astros e estrelas, personalidades instantâneas que ficam famosas porque alguém blogou ou algum jornal noticiou – enfim, porque gerou um burburinho. Esta semana, variando um pouco, uma dessas estrelas foi uma intérprete, profissional que normalmente fica na retaguarda. O nome dela é Zhang Lu, jovem intérprete do premier da República Popular da China Wen Jiabao. Durante o discurso de encerramento dos trabalhos do parlamento chinês, no último domingo, com presença da imprensa internacional, o premier, além de falar em ritmo muito lento e arrastado, recorreu a citações de poemas antigos chineses extremamente difíceis de traduzir, e a intérprete teve jogo de cintura suficiente para traduzir tão bem do chinês para o inglês que impressionou muita gente que estava no evento.
Alguns dizem o trabalho da intérprete não foi tão admirável assim, já que discursos de autoridades costumam ser preparados com antecedência, nos diversos idiomas para os quais devem ser traduzidos. Mas neste caso específico, o discurso parece ter sido de improviso mesmo. Aliás, o discurso foi acompanhado de entrevista coletiva com a imprensa, de modo que o preparo da intérprete não pode ter sido tão grande a ponto de diminuir o brilho de sua presença no evento. Além disso, não era uma interpretação simultânea, mas uma consecutiva, que muita gente acha mais difícil que a simultânea. Ponto para Zhang Lu.
A intérprete causou excelente impressão não só pela erudição, mas também pela impecável dicção e aparência (embora provavelmente não tivesse sido notada se a modalidade de interpretação fosse a simultânea e não a consecutiva, na qual o intérprete é mais visível). A imprensa chinesa e internacional tem comentado muito a elegância e competência de Zhang Lu. A atuação dela é ainda mais digna de nota quando se fica sabendo que o evento marcou a estreia da moça como intérprete do premier no parlamento. Anteriormente, a função era ocupada por um intérprete do sexo masculino.
Mas quem estiver pensando que Zhang Lu caiu de paraquedas no posto de estrela do mundo da interpretação, está muito enganado. A imprensa já descobriu o currículo currículo invejável da moça, que se preparou muito para chegar onde chegou. Formada em direito internacional em 2000 pela Escola de Relações Internacionais, a academia de diplomatas chineses, Zhang Lu é vice-diretora do departamento de inglês da secretaria de tradução do Ministério das Relações Exteriores chinês e atua como intérprete-chefe do premier e do presidente Hu Jintao em reuniões. Dizem também que ela é muito aplicada e que muitas vezes trabalha até 2 horas da manhã só para ouvir a BBC e se aperfeiçoar no inglês! Esse perfil deve ser suficiente para derrubar as fantasias de quem pensa que a profissão de intérprete é só glamour e holofotes.
Para conferir parte da atuação de Zhang Lu na conferência de duas horas, siga este link e assista a um vídeo do evento. Algumas fotos do evento estão aqui.
Veja em: http://fidusinterpres.com/?p=6147
Para quem pensa que intérprete de homem tem que ser homem, e de mulher precisa ser mulher (surdos têm este mito).
Para quem pensa que não é preciso cuidar da apresentação pessoal.
Etc...
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A internet está cheia de astros e estrelas, personalidades instantâneas que ficam famosas porque alguém blogou ou algum jornal noticiou – enfim, porque gerou um burburinho. Esta semana, variando um pouco, uma dessas estrelas foi uma intérprete, profissional que normalmente fica na retaguarda. O nome dela é Zhang Lu, jovem intérprete do premier da República Popular da China Wen Jiabao. Durante o discurso de encerramento dos trabalhos do parlamento chinês, no último domingo, com presença da imprensa internacional, o premier, além de falar em ritmo muito lento e arrastado, recorreu a citações de poemas antigos chineses extremamente difíceis de traduzir, e a intérprete teve jogo de cintura suficiente para traduzir tão bem do chinês para o inglês que impressionou muita gente que estava no evento.
Alguns dizem o trabalho da intérprete não foi tão admirável assim, já que discursos de autoridades costumam ser preparados com antecedência, nos diversos idiomas para os quais devem ser traduzidos. Mas neste caso específico, o discurso parece ter sido de improviso mesmo. Aliás, o discurso foi acompanhado de entrevista coletiva com a imprensa, de modo que o preparo da intérprete não pode ter sido tão grande a ponto de diminuir o brilho de sua presença no evento. Além disso, não era uma interpretação simultânea, mas uma consecutiva, que muita gente acha mais difícil que a simultânea. Ponto para Zhang Lu.
A intérprete causou excelente impressão não só pela erudição, mas também pela impecável dicção e aparência (embora provavelmente não tivesse sido notada se a modalidade de interpretação fosse a simultânea e não a consecutiva, na qual o intérprete é mais visível). A imprensa chinesa e internacional tem comentado muito a elegância e competência de Zhang Lu. A atuação dela é ainda mais digna de nota quando se fica sabendo que o evento marcou a estreia da moça como intérprete do premier no parlamento. Anteriormente, a função era ocupada por um intérprete do sexo masculino.
Mas quem estiver pensando que Zhang Lu caiu de paraquedas no posto de estrela do mundo da interpretação, está muito enganado. A imprensa já descobriu o currículo currículo invejável da moça, que se preparou muito para chegar onde chegou. Formada em direito internacional em 2000 pela Escola de Relações Internacionais, a academia de diplomatas chineses, Zhang Lu é vice-diretora do departamento de inglês da secretaria de tradução do Ministério das Relações Exteriores chinês e atua como intérprete-chefe do premier e do presidente Hu Jintao em reuniões. Dizem também que ela é muito aplicada e que muitas vezes trabalha até 2 horas da manhã só para ouvir a BBC e se aperfeiçoar no inglês! Esse perfil deve ser suficiente para derrubar as fantasias de quem pensa que a profissão de intérprete é só glamour e holofotes.
Para conferir parte da atuação de Zhang Lu na conferência de duas horas, siga este link e assista a um vídeo do evento. Algumas fotos do evento estão aqui.
Veja em: http://fidusinterpres.com/?p=6147
terça-feira, 22 de junho de 2010
II Congresso Nacional de Pesquisa em Tradução e Interpretação de Língua de Sinais Brasileira

25 a 27 de novembro de 2010 em Florianópolis/SC Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC
O Congresso convoca os pesquisadores da área de Interpretação e Tradução a:
* Apresentar suas pesquisas, trocar conhecimentos e experiências a respeito dos resultados encontrados do intercâmbio entre as diferentes áreas do conhecimento [Educação, Tradução e Lingüística]
* Traçar metas e objetivos de organização profissional e formação para profissionais deste campo no país.
* Afirmar as pesquisas em Tradução e Interpretação de Língua de Sinais brasileira no campo dos Estudos de Tradução e Interpretação. Dias 22 e 23 de novembro Atividades Pré-Congresso: 8 Mini-Cursos. Confira!
Visite o site: http://www.congressotils.cce.ufsc.br/
Informações:
congressotils@projectaeventos.com.br
Tel: (48) 3028 2004
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